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Archive for 26 mayo 2011

LNA

CONFLICTO  CON BRASIL: TENSIÓN EN EL MERCOSUR POR LAS LNA (Licencias No Automáticas)

Nota NTN24: TENSION ENTRE ARGENTINA Y BRASIL POR TRABAS COMERCIALES

 http://www.youtube.com/watch?v=3sRyxb4mR9o

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bcba

INFORME ECONÓMICO SEMANAL DEL BANCO CIUDAD

contenidos:

Términos del Intercambio: en la cresta de la ola – Pág. 2

Pobreza: parcial mejora, aunque todavía por encima del 20% – Pág. 4

La Marcha de los Mercados – Pág. 7

Estadístico – Pág. 9

 

BAJAR INFO EN pdf:

http://srvdocs1.bancociudad.com.ar/Content/Institucional/Informe-semanal-138.pdf

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radio

ENVÍO ESPECIAL

CIRA en la radio: AUDIO COMPLETO del programa “COMERCIO EXTERIOR SIGLO XXI” del Martes 17/05/2011


LICENCIAS NO AUTOMATICAS Y TRABAS EN EL COMERCIO CON BRASIL 
Hemos realizado una nueva emisión, que recomendamos muy especialmente, del programa de la Cámara de Importadores de la República Argentina, en su 3ª temporada al aire. En efecto, en “COMERCIO EXTERIOR SIGLO XXI”, pudimos analizar, en profundidad, temas estratégicos que hacen a la actualidad nacional e internacional, y a la agenda de los importadores y los operadores del comercio exterior argentinos.
CONTENIDOS:
*Lic. GUSTAVO SEGRE, Director CEO de Center Group , especialista en la relación Brasil-Argentina, desde Sao Paulo, con un profundo análisis sobre la génesis del conflicto con Brasil, el impacto en ambas economías, y  las perspectivas inmediatas de evolución y solución del diferendo. (en audio, de 06:55 a 19:42)
 
* FLORENCIA CARBONE, periodista especializada en comex, en La Nación, Suplemento Comercio Exterior, con el análisis de las actuales relaciones comerciales entre Brasil y Argentina, el impacto en el Mercosur, y en las inversiones en la región. Parrafo especial dedicado a la importancia actual de los ingresos fiscales que genera el comercio exterior en nuestro país.(en audio, de 38:15 a 55:20)

* REFLEXIONES EDITORIALES, a cargo del conductor del programa, esta vez, lógicamente dedicado a la actualidad de los vínculos comerciales con Brasil, el impacto de las Licencias No Automáticas y la necesidad de abrir un camino de negociación maduro que encauce este vínculo estratégico. (en audio, de 01:54 a 03:46 + 25:00 a 29:20 -incluye comunicado SMATA-, + 01:11:55 a 01:13:05 + 01:33:30 a 01:46:20)
* DR. FELIX PEÑA – Director del Instituto de Comercio Internacional de la Fundación Standard Bank; Profesor Titular en Relaciones Comerciales Internacionales de la Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF); Director de la Maestría en Relaciones Comerciales Internacionales y del Núcleo Interdisciplinario de Estudios Internacionales de la UNTREF. Consejero y miembro de la Comisión Directiva del Consejo Argentino para las Relaciones Internacionales (CARI); Presidente del Comité Académico de la Fundación Export-Ar describiendo con profundidad las perspectivas de las actuales críticas relaciones entre Brasil y Argentina, su impacto y posible evolución y, en exclusiva, la oportuna referencia a la resolución adoptada en el Mercosur, en el laudo de 1999, solución de controversias, que impide el establecimiento de LNA entre sus países miembros. (en audio, de 01:16:40 a 01:29:30)


Con la producción , dirección y conducción del Ing. Miguel I. Ponce, estamos enviando la emisión del programa del MARTES 17 de mayo del 2011.
Lo pueden escuchar en el link de nuestra web o ingresando aquí: Programa 17/05/2011

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emprendedores

Marcelo Berenstein

 

Toda la información contenida en estas páginas pertenece (a) a las fuentes citadas de buena fe; (b) a sus autores declarados; ó (c) a INFORMACION ESTRATEGICA, por lo que queda prohibida su reproducción total o parcial sin expreso consentimiento de (a), (b) ó (c). – Todos los derechos reservados

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UIA

UIA: ACTUALIDAD INDUSTRIAL Nº4

http://www.uia.org.ar/CEU/placa/Actualidad_Industrial_N_4.pdf

Actualidad_Industrial_N_4

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Dilma

O Bolsa Família de Dilma Rousseff

Marcos Coimbra 13 de maio de 2011 às 13:37h

Uma das mais importantes decisões do governo Dilma Rousseff está prestes a se concretizar e poucas pessoas estão sabendo. Até o fim de maio, depois de meses de estudos e reuniões (que contaram com a participação ativa da presidenta), o Programa Brasil sem Miséria deverá ser lançado.

A meta é ambiciosa: de agora até 2014, acabar com a miséria absoluta no Brasil, mudando radicalmente a vida de 16,2 milhões de pessoas, sua população-alvo. Em nossa história, nenhum governo havia se colocado em um desafio desse porte.

Pena que algo tão relevante fique em segundo plano nas discussões políticas e nas atenções da mídia. Obcecados com o tema do “retorno da inflação”, ninguém se interessa por outra coisa. Ficamos presos à velha agenda: “Gastos públicos descontrolados”, “fatores de instabilidade” e “limites ao crescimento”.

Enquanto isso, um programa totalmente novo está em gestação. Se der certo, o Brasil sem Miséria vai ajudar a resolver um problema que sempre consideramos insolúvel e revolucionar a nossa sociedade.

É algo que Dilma anunciou na campanha como um de seus principais compromissos, mas que passou quase despercebido. No meio de tantas coisas sem pé nem cabeça que estavam sendo prometidas, é até compreensível que isso tivesse acontecido.

Depois da eleição, uma das tarefas nas quais ela mais se empenhou foi na finalização do programa. A versão que será em breve anunciada tem sua marca pessoal.

Aliás, na hora de escolher o slogan do governo, ela optou pela frase “País Rico É País sem Pobreza”, no lugar do que Lula preferia, “Brasil: um País de Todos”. Ou seja, o novo programa é bem mais que apenas outro na área social.

A ideia é simples de enunciar, mas a concretização é complicada. Como disseram suas responsáveis diretas, a ministra do Desenvolvimento Social e a secretária extraordinária para a Erradicação da Pobreza, em entrevista recente, a premissa do programa é que, para erradicar a miséria, é preciso dirigir aos segmentos mais vulneráveis da população ações que assegurem: 1. A complementação de renda. 2. A ampliação do acesso a serviços sociais básicos. 3. A melhora da “inclusão produtiva”.

Como se pode ver, é muito mais que o Bolsa Família, mas dele decorre. Sem a experiência adquirida nos últimos anos, seria impensável um programa como esse, que exige integração de vários órgãos do governo federal, articulação com estados e municípios e capacidade de administrar ações em grande escala. Além disso, é mais complexo, pois implica desenhar soluções específicas para cada segmento, comunidade ou até família, em vez de lhes destinar um benefício padronizado, por mais relevante que seja.

Com ele, tomara desapareçam duas coisas aborrecidas de nosso debate político. De um lado, a reivindicação de paternidade do Bolsa Família que Fernando Henrique e algumas lideranças tucanas repetem a toda hora. De outro, as opiniões preconceituosas contra programas do gênero, típicas de certas classes médias, para quem transferir renda é uma esperteza que subordina beneficiários e perpetua a pobreza. Daí a dizer que Lula é produto do Bolsa Família é um passo.

O curioso na pendência a respeito de quem inventou o Bolsa Família é que o Bolsa Escola, criado no governo FHC, tem sua origem em algo que nasceu dentro de uma administração petista, a do Distrito Federal, quando Cristovam Buarque foi governador. O que foi implantado em Campinas à época em que o tucano Magalhães Teixeira era prefeito tinha pouco a ver com desempenho ou frequência- -escolar, pré-requisitos do Bolsa Escola.

Discussões como essa perdem sentido ante o novo. Onde estaria seu DNA peessedebista se o Bolsa Escola era algo tão mais limitado e menor? Como insistir no discurso do “Fui eu que fiz?”

Aos críticos do maquiavelismo petista, o Brasil sem Miséria responde com sua concepção inovadora e disposição de fazer. Quem levou o Bolsa Família a ser o que é tem crédito para se propor um desafio dessa envergadura.

Mas o importante mesmo é a perspectiva que se abre de que a miséria seja enfrentada para valer. Essa é uma dívida que o País precisa pagar.

 

Marcos Coimbra

Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.

fuente:

http://www.cartacapital.com.br/politica/o-bolsa-familia-da-dilma

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CDES-Br

Boletim Informativo do CDES

Nº 44

Data: 06/05/2011

Boletins anteriores

 

 

 

 

 

Destaque

Presidenta Dilma Rousseff participa da primeira reunião plenária do CDES em 2011

Assessoria da Sedes – 26/04/2011

Para presidenta, Conselho reflete a diversidade do país, ao reunir representantes de trabalhadores, empresários, movimentos sociais, ONGs, igrejas e outros setores da sociedade. Ao encontro de prioridades e desafios discutidos no Conselho, Dilma Rousseff anunciou o lançamento de programa voltado para qualificação de mão-de-obra e informou que, nos próximos meses, serão anunciadas medidas de reforma tributária, entre outras iniciativas.

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Informes

Pleno do CDES: ministros e conselheiros contribuem para diálogo social

Assessoria da Sedes – 26/04/2011

Aberto pelo novo secretário-executivo do CDES, o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) Moreira Franco, o pleno contou com apresentações dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Banco Central, Alexandre Tombini, sobre as perspectivas da economia brasileira; e do ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, sobre a infraestrutura brasileira e seus empreendimentos estratégicos. Os resultados dos trabalhos realizados pelo CDES, desde o início de 2011, foram apresentados pelos conselheiros Paulo Godoy, Humberto Motta, Murillo de Aragão e Artur Henrique. A 37ª reunião plenária do CDES foi encerrada por pronunciamento da presidenta da República Dilma Rousseff.

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Confira os Clippings do 37º Pleno:

Clipping de Impressos

Clipping On-Line

Conselheiros discursam na primeira Reunião Plenária de 2011

Assessoria da Sedes – 27/04/2011

Foram apresentadas questões elencadas na Agenda do Conselho (ANC), de infraestrutura, agricultura, educação e projeção internacional do país.

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Pleno do CDES: ações, prioridades de Governo e contribuições do CDES

Blog do Planalto – 27/04/2011

Controle de inflação e fluxo de capitais estrangeiros. Compromisso com o desenvolvimento sustentável. Solidez fiscal. Saiba mais sobre as apresentações da 37ª Reunião Plenária do CDES.

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Confira a repercussão da 37ª Reunião Plenária do CDES: fala dos conselheiros

Assessoria da Sedes – 27/04/2011

Confira a fala dos conselheiros depois da 37ª Reunião Plenária do CDES, a primeira de 2011 e do Governo Dilma Rousseff.

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CDES e CESE realizam a IV Mesa-Redonda Brasil – UE no Brasil

Assessoria da Sedes – 28/04/2011

Os conselheiros acordaram Declaração Final com recomendações sobre Segurança Alimentar e Nutricional e sobre a importância da mobilização da Sociedade Civil para o debate sobre Desenvolvimento Sustentável na Rio + 20

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CDES NO TWITTER

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social está no Twitter e no Facebook. Para seguir o CDES no twitter, procure por @cdes_brasil. Visite, também, a página do Cdes Brasil (Conselhão) no Facebook.

 

Artigos

Os novos desafios do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

Por conselheiro Paulo Simão – 02/05/2011 – Publicado na Coluna dos Conselheiros

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República (CDES) completa este ano oito anos de atividades. Ao longo deste período a iniciativa ganhou maturidade e se consolidou como um fórum privilegiado para debates e formulação de sugestões para os graves problemas estruturais que o país ainda enfrenta.

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Nova estrutura fortalece o CDES

Por conselheiro Antonio Neto – 29/04/2011 – Publicado na Coluna dos Conselheiros

Ao discursar na 37ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), a primeira de seu governo, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou o compromisso de fortalecer este importante órgão que tem contribuído indiscutivelmente ao desenvolvimento econômico e social do país.

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Agricultura sustentável e Código Florestal

Por conselheiro Murillo de Aragão – 28/04/2011 – Publicado no Jornal o Globo (Noblat)

Na terça-feira passada, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) realizou sua primeira reunião plenária com a presença da presidente Dilma Rousseff. O encontro serviu para que o governo mandasse uma clara mensagem sobre suas prioridades econômicas e administrativas. Os destaques foram a ênfase de Dilma no combate à inflação e a fala de Palocci acerca dos aeroportos brasileiros.

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Veja também

 

 

Próximos eventos
 

 

Eventos realizados

Pleno do CDES Reunião Ordinária nº 37

Data: 26 de abril de 2011

Mais informações

Mesa Redonda nº 4 da Sociedade Civil Brasil União Européia

Data: 26 e 07 de abril de 2011 de 2011

Mais informações

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